(http://computerworld.uol.com.br/gestao/2009/12/10/estudo-revela-que-gestao-de-ti-esta-mais-complexa-do-que-ha-10-anos)
Por CIO/EUA
Publicada em 10 de dezembro de 2009 – 18h16
Atualizada em 10 de dezembro de 2009 – 18h19

Levantamento aponta que os profissionais atribuem às barreiras a falhas na condução do departamento, à proliferação de tecnologias no mercado e à criação de dinâmicas burocráticas de aprovação de projetos.

Ninguém disse que gerenciar os sistemas corporativos de TI é uma tarefa fácil. No entanto, com base nos últimos dez anos, quando muitas tecnologias surgiram, seria razoável afirmar que a gestão tecnológica das empresas tenderia a tornar-se menos árdua e complexa. Aí que as pessoas se enganam.

Conforme 2010 se aproxima e o mercado de tecnologia contabiliza milhares de lançamentos durante a década que passou, a verdade aparece: o gerenciamento dos ambientes de TI está infinitamente mais complicado do que há alguns anos, quando os CIOs estavam preocupados com o bug do milênio.

Os resultados de uma pesquisa realizada com 353 decisores de TI pela Technology Services Industry Association – entidade norte-americana que reúne os fornecedores de serviços – confirma essa perspectiva.

Dois terços dos profissionais ouvidos para o estudo afirmam que, na medida em que o ambiente corporativo de TI está mais complexo do que há cinco anos, é mais difícil implementar projetos de software de forma ágil e eficiente. Eles atribuem esse cenário à proliferação de tecnologias no mercado e à criação de dinâmicas burocráticas de aprovação de projetos nas empresas.

Cerca de 53% dos participantes também assumiram que menos da metade dos usuários que deveria acessar o software consegue fazer isso de forma adequada. Isso faz com que as empresas não consigam atingir todos os benefícios como redução de custos, aumento de receita, diferenciação competitiva, entre outros, que são os principais motivos pelos quais os investimentos em software acontecem.

Quase 60% dos compradores de software que responderam à pesquisa disseram que o CEO ainda responsabiliza o departamento de tecnologia por toda falha relacionada aos sistemas ou dados corporativos. Isso porque a maioria das companhias quer poder contar com um fluxo de dados sempre disponível e ágil sem investir o necesário. Gerenciar informações é uma tarefa extremamente complexa e que implica no investimento em software.

Entretanto, os membros do C-level não entendem que, por mais complexa que seja, a TI é um elemento estratégico das empresas atualmente e, para gerar resultados positivos, necessita de um orçamento à altura de suas responsabilidades. Ainda mais se levado em conta previsão da consultoria Gartner que indica que o volume de dados corporativos deve aumentar 650% nos próximos cinco anos. ( o grifo é meu.)

Dê mais atenção ao que você come e às suas emoções e forme uma barreira contra o mal

Publicado em 13/8/2007

A hipertensão arterial ou, simplesmente, pressão alta é gatilho certo para uma série de males — e não só aqueles que envolvem o sistema circulatório. "Normalmente, um paciente com pressão igual ou superior a 140/90mmHg é diagnosticado como hipertenso. São pessoas mais sujeitas a sofrer com falhas no coração, nos rins e até no cérebro" explica o cardiologista Enéas Rocco. (uma dieta balanceada é uma ferramenta poderosa contra a hipertensão)

A doença é crônica (não tem cura, mas pode ser controlada) e, por isso, é importante fazer exames regulares para detectar como andam seus batimentos cardíacos. Mas atenção: ter pressão alta não é sinônimo de ser hipertenso.

"Para ser considerado hipertenso, o paciente tem de permanecer com a pressão mais alta do que o normal" , diz o médico. Isso porque, momentaneamente, qualquer pessoa está sujeita a uma variação na freqüência cardíaca. Um esforço físico mais intenso ou momentos de estresse, por exemplo, alteram esses números.

Algumas atitudes, no entanto, ajudam não só a prevenir o problema como controlam níveis já elevados de pressão. Confira a seguir uma lista delas e imprima uma marca saudável ao seu dia-a-dia. (fortaleça seu coração com a ajuda dos alimentos)

1. Manutenção do peso ideal
- o sobrepeso aumenta dificulta o esforço do coração para conseguir bombear o sangue. Na prática, o músculo é exigido demais. "Como o bíceps de quem levanta peso, o coração de uma pessoa obesa acaba hipertrofiado" , explica o cardiologista. Com um risco: as lesões causadas pelo esforço excessivo podem se tornar irrecuperáveis. (tome cuidado na hora de escolher o seu adoçante)

2. Prática de atividade física atividades físicas regulares, principalmente as aeróbias, contribuem para a melhora de todo o sistema circulatório e pulmonar. Só tome cuidado com os exageros: antes de começar qualquer treino, procure um especialista e faça uma avaliação geral. (encontre aqui uma série de aulas para fazer em casa)

3. Redução de sal – o excesso de sal na dieta leva à retenção de líquidos, acarretando a hipertensão. Por isso, maneire na hora de temperar a comida e diminua o consumo de enlatados e alimentos em conserva. (veja os perigos que os enlatados oferecem)

4. Evitar bebidas alcoólicas o álcool em grande quantidade é inimigo feroz da pressão sob controle. Corte as bebidas da sua dieta ou consuma com muita moderação (saiba mais sobre os danos causados pelo álcool e aprenda a medir as doses de cada bebida)

5. Dieta saudável gorduras saudáveis e pouco sal são medidas indispensáveis na dieta de quem quer manter o coração saudável. Inclua ainda muitas frutas, verduras e legumes. Cortar a carne não é preciso, mas dê preferência aos cortes magros como filé mignon e músculo. (nem toda gordura é ruim, aprenda a identificar)

6. Medicamentos se o médico recomendou, não deixe de tomar. Mas nada de sair por aí imitando a receita alheia. Vale lembrar que alguns medicamentos podem elevar a pressão, como os antiiflamatórios e anticoncepcionais, ressalta o cardiologista.

7. Cigarro o tabaco, em conjunto às outras substâncias tóxicas do cigarro, eleva a pressão imediatamente além de comprometer toda sua saúde. Parar de fumar imediatamente é fundamental , alerta o professor de Cardiologia da Santa Casa de São Paulo, Ronaldo Rosa.

8. Estresse – ele aparece como resposta do organismo às sobrecargas físicas e emocionais, acarretando a hipertensão e doenças do coração. Controle suas emoções e procure incluir atividades relaxantes na sua rotina. (conte com as flores para dimnuir seus níveis de tensão)

9. Exames médicos avaliações regulares não só ajudam a identificar o problema no começo, facilitando o tratamento, como servem para adequar o uso de medicamentos de forma mais eficaz.


10. Medir a pressão
no mínimo uma vez por ano, todas as pessoas devem fazer isso. A recomendação é da Sociedade Brasileira de Hipertensão, que alerta para esse simples exame como uma forma de prevenir problemas mais sérios.

Casal perfeito seria com mulher pelo menos cinco anos mais nova, diz estudo

Por Minha Vida Publicado em 29/10/2009

Homem mais velho e mulher mais jovem. Será essa a fórmula da união perfeita? Pelo menos é o que diz um estudo recente feito pela universidade britânica de Bath e publicado na revista European Journal of Operational Research, que afirma que um casamento feliz é resultado da escolha de uma esposa inteligente e com, pelo menos, cinco anos a menos que seu parceiro. Segundo os pesquisadores, as chances do relacionamento dar certo são ainda maiores se nenhum dos dois parceiros tiver se divorciado em algum momento da vida.

A pesquisa avaliou mais de 1,5 mil casais durante cinco anos e, após esse período, foi verificado quais ainda estavam juntos. Segundo os pesquisadores, as chances de divórcio aumentaram em três vezes quando a esposa era mais velha em cinco anos ou mais. Já, quando o homem era mais velho, as chances de um casamento de sucesso cresceram.

O que também influencia na felicidade do casamento, segundo a pesquisa, é o grau de escolaridade da mulher. Quanto maior for o grau de educação, maiores as chances de o casamento dar certo.

Outro ponto analisado pelos pesquisadores britânicos foi a possibilidade de um divórcio decorrente de outro relacionamento. Segundo a pesquisa, quando não houve divórcio por nenhuma das partes, as chances de um casamento duradouro crescem. Enquanto casais com apenas um parceiro divorciado têm possibilidades de serem menos estáveis do que se os dois fossem divorciados. Segundo os pesquisadores, os resultados mostram que fatores como idade, educação e origem cultural também devem fazer parte dos critérios na hora de escolher um parceiro, visando um casamento duradouro.

RIO -  A conectividade em alta velocidade no Brasil esbarra em quatro grandes problemas, disse à Agência Brasil o presidente do Sindicato das Empresas de Informática do Estado do Rio de Janeiro (Seprorj), Benito Paret.

A abrangência da rede de banda larga é muito pequena e limitada, afirmou Paret. “Você tem o problema das velocidades inconstantes que são apresentadas como produto, o problema dos  preços e da descaracterização dos conteúdos, porque  não tem um investimento no país para ter conteúdo nacional circulando pela rede”, acrescentou.

Leia também:

O que é o plano nacional de banda larga? (26/11/2009)

Plano prevê 30 mi pontos de acesso no campo (25/11/2009)

Segundo Paret, isso é muito complicado, principalmente na área da educação, porque, “se nós não tivermos conteúdo nacional,  vão circular pela rede coisas que nada têm a ver com a realidade brasileira”.

Ele informou que os preços referenciais praticados  pelas empresas de telecomunicações pela internet em alta velocidade em banda larga no Brasil  equivalem a duas ou três vezes os preços praticados no exterior. Isso sem contar os impostos elevados existentes no país.

“Se lá fora  eu vendo por R$ 10,00 e aqui eu vendo por R$ 30,00 sem impostos, quando boto os impostos, isso vai para  R$ 50,00 ou R$ 60,00. Esse é o problema. Os custos estão muito ligados a uma prática muito exagerada de preços que são cobrados pelas telecom [empresas de telecomunicações] aqui. Não tem concorrência. E aí somam os impostos e o negócio vai lá para a China!”

Quem é você realmente? Alguma vez você já refletiu sobre isso com calma, em um lugar tranquilo como numa praia olhando o mar?
Conhecer a si mesmo é muito importante para uma vida plena.
Quem somos nós? Em que acreditamos? Como nos vemos no futuro?
As questões acima servem para nortear a nossa vida. Refletir sobre questões assim nos ajuda a construir nosso projeto de vida. Planejar nosso futuro, saber aonde queremos chegar e quais estão sendo nossas atitudes rumo à esse objetivo (…).
Assim como nós, as empresas também refletem sobre seu futuro. No mundo corporativo, as três questões acima poderiam ser traduzidas como: a missão, os valores e a visão de futuro de uma empresa.
Mas não é meu objetivo falar de empresas nesse post, vamos falar de você…
Para se ter um projeto na vida, é necessário ter compromisso.
Primeiramente é necessário ter compromissos consigo mesmo: autodesenvolvimento, autonomia, autoconhecimento, qualidade de vida tanto pessoal como profissional e coerência entre o que você acredita (seus valores) e o que você faz.
É preciso também ter compromisso com as outras pessoas: ser solidário, saber aprender em grupo, ser tolerante, aceitar o outro e valorizar a diversidade humana.
Também é importante ter compromisso com o trabalho: pensar sobre o sentido do que você realiza e se atualizar de maneira constante.
Pense sobre o seu potencial, suas habilidades e competências. O que você sabe fazer de melhor? Você precisa se aperfeiçoar para atingir as metas exigidas pelo seu cargo na empresa?
Mas e se tavez suas habilidades e competências não estejam sendo aproveitadas no seu atual trabalho, você não se incomoda? O que vai fazer a respeito disso?
Refletir sobre nossos talentos não apenas nos ajuda a resgatar nossa história, como também serve para orientar nossas escolhas. Dessa forma certamente teremos um melhor aproveitamento das oportunidades da vida!
Abraços.

Quase ninguém discorda que precisamos adquirir novas competências, quase que diariamente, para aumentar nossa empregabilidade.

Mas poucos são os que conseguem fugir do lugar comum do binômio “conhecimentos técnicos – habilidades interpessoais” quando resolvem fazer um upgrade em suas qualificações. Muito tempo e dinheiro são investidos no aprendizado de sofisticadas tecnologias, que se tornam perecíveis a uma velocidade inimaginável. E em um arsenal de truques de relacionamento que nem sempre são aplicáveis no duro cotidiano empresarial.

Aumenta o descompasso entre o que as empresas de fato necessitam e as competências que os profissionais percebem que precisam passar a ter. Competências genéricas como: técnicas de planejamento, administração do tempo, liderança de reuniões, comunicações, trabalho em equipe etc.. Todas são necessárias, mas não são mais suficientes. Servem para, no máximo, transformar os participantes em gerentes ou chefes mais eficientes. Enquanto as empresas necessitam de líderes eficazes, não apenas de pessoas apetrechadas com as novidades tecnológicas ou motivacionais.

Por que? A resposta reside no fato que a maioria das empresas, em quase todos os ramos de atividade, estão ampliando sua capilaridade. A competitividade futura será cada vez mais um reflexo da sua capacidade de identificar e formar líderes em todos os níveis, não apenas no topo. Precisam deles para estar mais próximas de seus clientes, para influenciar seus canais de suprimentos, para se relacionar melhor com as comunidades onde operam e para tornar lucrativas as unidades de negócios e linhas de produtos.

Uma das competências que melhor distinguirá se você é um líder eficaz ou um eficiente gerente será a sua capacidade de inspirar pessoas pelos valores, não apenas pelo poder do seu cargo ou pelo seu eventual carisma.

Os modelos de liderança baseados apenas no poder hierárquico ou no carisma estão com os dias contados. Sabemos que “saco vazio não fica em pé” durante muito tempo. E as empresas precisam de líderes com conteúdo. Mas um conteúdo diferente. Não apenas de uma bagagem de conhecimentos sobre o negócio, o mercado e a tecnologia da empresa. Trata-se de um conteúdo intangível, que se traduz em valores capazes de alinhar um grupo de pessoas em torno de uma causa que os apaixone.

Inspirar pelos valores será a tarefa mais importante dos líderes diferenciados. Será a “cola” que une as outras forças do líder, a que dá sentido a tudo. O líder inspirador compreende que o critério do sucesso não é apenas o resultado, mas também a forma como o resultado é obtido. E como o resultado é utilizado. Constrói um código de conduta junto com os membros dos grupos dos quais faz parte, em torno de valores que são explicitados, disseminados e praticados. Constrói uma cultura aceita e compromissada.

Numa empresa, a cultura é a forma pela qual as decisões são tomadas, como se dá a comunicação interna, os conflitos são tratados, a criatividade é ou não estimulada. A cultura de uma empresa é o ativo intangível que não aparece nos balanços. Pode ser também o passivo, dependendo de como seus membros se comportam. Numa família, a cultura é o conjunto regras de convivência que se estabelece. O líder inspirador cria clima de ética, integridade, confiança, respeito pelo outro, transparência, aprendizado contínuo, inovação, proatividade, paixão, humildade, inteligência emocional. Cultiva a capacidade de servir clientes, fornecedores, comunidades, parceiros, ao liderado.

Coerente, serve de modelo sobretudo pela sua conduta. Pratica os valores que defende, não apenas quando está no exercício do seu papel formal de líder. Assim o faz 24 horas por dia: em casa, no clube, na rua, na fila do cinema, no check-in do aeroporto, ao procurar uma vaga para estacionar o carro em um shopping center.

Reflita sobre a hipótese que talvez o seu verdadeiro mapa de competências, que aumentará sua empregabilidade, não esteja apenas nas novas tecnologias que precisa dominar. Talvez esteja nos valores, atitudes e posturas que você precise consolidar, adquirir e eliminar. Talvez assim, você esteja apto a inspirar outros pelos valores e a educar outros não apenas pelo discurso, mas pelo exemplo. Essa a competência intangível que as empresas buscam quando caçam talentos no mercado.

Por César Souza (presidente da Empreenda, empresa de consultoria em estratégia, marketing e recursos humanos, além de autor e palestrante)

Os tradicionais programas de desenvolvimento de líderes nos ensinam técnicas para melhor comandar, motivar e obter o máximo resultado dos subordinados, alunos ou filhos – o referencial, portanto, é o outro. Mas não nos ensinam a lidar com nossas próprias emoções. Infelizmente, não nos ensinam a ser líderes mais eficazes de nossas vidas.
O problema é que, ao liderar, muitas vezes desafiamos as pessoas a mudar hábitos, posturas, atitudes, comportamentos, modos de pensar. Enfim, modificar a forma de encarar suas vidas.
Mas a mudança para ser efetiva deve começar dentro de cada um de nós. Mahatma Gandhi dizia algo que cai como uma luva aqui: “Nós devemos ser a mudança que desejamos ver no mundo.” Ou seja, quando deseja mudar algo, o líder deve começar a mudança por si mesmo. Só assim pode inspirar pelo exemplo e não apenas pelo discurso.
“Antes de pretender liderar os outros, é preciso aprender a liderar a sua própria vida.” Esta é a sugestão que sempre procuro dar principalmente aos jovens líderes. A competência de liderar a si mesmo não é uma questão técnica. Trata-se de algo intangível. Para liderar a si próprio, cada um precisa ter uma clara percepção dos seus pontos fortes e fracos, suas emoções e necessidades, seus desejos e impulsos.
O autoconhecimento permite saber o efeito que seus sentimentos têm não só sobre si mesmo, mas também sobre seu desempenho. Por exemplo, um líder que reconhece sua dificuldade em lidar com prazos muito curtos não deixa para fazer as coisas na última hora. Sabe que precisa planejar seu tempo cuidadosamente e delegar tarefas com antecedência.
Quem se conhece bem sabe, também, complementar-se. Assim, o planejador típico que não gosta de se envolver com o processo operacional deve cercar-se de pessoas executoras, artilheiros que sabem fazer gols. Já o executor nato, que atropela os fatos e imprime grande velocidade às ações, sem planejar muito, deve complementar a sua equipe com pessoas cautelosas que pensem mais e planejem bem.
Por isso, em vez de recrutar pessoas que agem exatamente como você, à sua imagem e semelhança, como ocorre na maioria das vezes, convém aprender a dotar sua equipe de competências complementares às suas. Mesmice rima com competitividade? Não; o que rima é diversidade!

24/09/2009 – Cabeça de Líder – Cesar Souza

Se sua equipe está sem vontade, amarelando e perdendo cada vez mais a motivação, você precisa tomar uma atitude! Todo empreendedor é líder e como tal precisa entender como funciona a motivação no trabalho.

Relação entre liderança e motivação

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Motivação é um assunto muito discutido entre empreendedores. Ainda assim poucos a compreendem totalmente, como ter uma equipe sempre motivada ainda é um mistério. Eu mesmo sofri grandes decepções até entender onde estava a lacuna, a falha em muitos treinamentos por aí.

Os consultores e palestrantes nos deram muitas idéias, nós aplicamos cada uma delas. O resultado final foi satisfatório, porém por um período curto de tempo. A motivação não se mantinha.

Os efeitos disso no negócio podem ser desastrosos se providências urgentes não forem tomadas, não só pelo amarelamento das equipes, mas também porque uma turma desmotivada é um sintoma de outras áreas doentes no empreendimento.

Se seu negócio está sofrendo com:

  • Alta rotatividade de funcionários
  • Diminuição da produtividade
  • Erros tolos e constantes
  • Faltas, atrasos e um monte de desculpas
  • Pessoas tristes, melancólicas e irritadiças
  • Funcionários com o desempenho despencando
  • Resultados aquém das metas definidas

Então sua turma pegou a virose do amarelamento e está sem motivação. Se algo não for feito logo, até quem estava animado vai desanimar porque, para piorar, essa virose é altamente contagiosa.

Será que existe alguma vacina para ela? A resposta é sim, mas antes da cura será preciso entender um pouco mais sobre a teoria da motivação.

Entendendo o que é motivação e movimento

Alguns consultores vendem movimento como se fosse motivação. Há muita diferença entre uma coisa e outra e é aqui que está o pulo do gato. Existe discussão sobre qual está certo ou errado, mas vejo espaço para ambos serem aplicados, cada um em seu devido momento.

  • Movimento é fácil e tem resultados rápidos
  • Motivação é difícil e tem resultados duradouros

Quando alguém faz algo para evitar punição, ganhar uma recompensa ou competição e o impulso inicial partiu de um terceiro e não dela própria, essa pessoa foi posta em movimento. Se não houvesse o estímulo externo ela não teria feito nada.

Se a iniciativa para realizações parte da própria pessoa por uma necessidade interior, se ela é levada a agir por um impulso interno, um desejo, então essa pessoa está motivada.

Com a verdadeira motivação em cena, é possível transformá-la em ação voluntária constante, direcionada a metas e objetivos com a ajuda de treinamentos e não há efeitos colaterais.

Já no movimento, se os estímulos cessarem ou não forem progressivos, tudo volta a estaca zero, podendo até ficar pior do que estava antes, gerando insatisfação. Então é preciso cuidado e planejamento.

Como liderar e motivar a equipe de trabalho

Você pode me dizer que se a verdadeira motivação precisa vir de dentro de cada um, é um desejo interno, uma vontade espontânea, então ninguém motiva ninguém. Bingo!

Quando um líder diz ter motivado sua turma, está na verdade estimulando movimento criado artificialmente e quando isso acontece por engano o resultado no longo prazo é um tiro pela culatra.

Então como é que faz?! A resposta está numa frase que ouvi de um dos bons palestrantes que já assistimos, ele sabiamente proferiu:

Você não pode motivar um cavalo a beber água, mas pode levá-lo até o rio. Autor desconhecido.

Não é possível ter controle sobre as vontades de outras pessoas, mas seu empreendimento também é seu laboratório e dentro deste espaço é possível fazer mudanças visando alterações comportamentais, basta saber separar motivação genuína de movimento artificial.

Somente sabendo separar os tipos de motivação é possível começar a catalogar todas as técnicas que você já aprendeu e virá ainda a aprender, segregando-as nas duas categorias: motivação e movimento.

Assim você pode criar um plano de motivação, estimulando quando necessário o ‘movimento’ inserido dentro de uma plataforma contínua de ‘motivação genuína’.

Os benefícios? Você ganha em um pacote só, motivação de longo prazo com direito a sprints dinâmicos, sem os efeitos colaterais indesejáveis da aplicação de ‘movimento’ isoladamente. O melhor dos dois mundos!

Extraído do site doceshop.com

 

É muito comum ouvir entre estudantes de ensino médio que “quem não cola, não sai da escola”. Porém, um estudo recente feito pelo Josephson Institute of Ethics, nos Estados Unidos, identificou que pessoas que colam durante as fases da infância e da adolescência nas provas possuem tendência a serem mais desonestas do que aquelas que não cometem a prática, quando chegam à idade adulta.

O estudo foi baseado na entrevista de 7 mil voluntários, entre jovens que estão em ano de formatura do ensino médio e adultos que negam ter colado no período escolar. Segundo as pesquisas, quem cola tem quatro vezes mais chances de enganar o chefe e, da mesma forma, três vezes mais chances de não devolver um troco que tenha vindo errado na compra de algum produto, além de alterar informações em entrevistas de emprego e também mentir para o parceiro.

Triste… ou Cômico??????

Homem morto trabalha por uma semana (Noticia do New York Times) Os Gerentes de uma Editora estão tentando descobrir, porque ninguém  notou que um dos seus empregados estava morto, sentado à sua mesa há  CINCO DIAS.

George Turklebaum, 51 anos, que trabalhava como Verificador de Texto  numa firma de Nova Iorque há 30 anos, sofreu um ataque cardíaco no andar onde trabalhava (open space, sem divisórias) com outros 23 funcionários.
Ele morreu tranquilamente na segunda-feira, mas ninguém notou até ao sábado seguinte pela manhã, quando um funcionário da limpeza o questionou,  porque ainda estava a trabalhar no fim de semana. O seu  chefe, Hélio Wachiaski, disse:
- O George era sempre o primeiro a chegar todos os dias e o último a  sair no final do expediente, ninguém achou estranho que ele estivesse  na mesma posição o tempo todo e não dissesse nada. Ele estava sempre  envolvido  no seu trabalho e fazia-o muito sozinho.’
A autópsia revelou que ele estava morto há cinco dias, depois de um  ataque cardíaco.

SUGESTÕES:

1) De vez em quando acene aos seus colegas de trabalho.

2) Certifique-se de que eles estão vivos e mostre que você também
está!

3) Não trabalhe demais. Ninguém nota mesmo!

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